A coquetelaria vive uma clara explosão no Brasil. O brasileiro passou a buscar mais do que beber: quer drinks bem executados, cocktails autorais e receitas com história, técnica e identidade. Esse movimento deixou de ser tendência e se tornou comportamento de consumo.

Hoje, drinks não são mais coadjuvantes do cardápio. Bons cocktails aumentam o tempo de permanência do cliente, elevam o ticket médio e fortalecem a percepção de valor do estabelecimento. Um bar que investe em receitas bem estruturadas vende menos volume e mais margem, o que é estratégico.

Do ponto de vista financeiro, os drinks apresentam excelente custo-benefício. Cocktails bem pensados permitem padronização, controle de estoque e previsibilidade de custos. Além disso, receitas exclusivas criam diferenciação imediata frente à concorrência, gerando fidelização.

Na minha visão, bares e restaurantes que apostam em drinks, desenvolvem cocktails consistentes e comunicam bem suas receitas estão mais preparados para crescer. A coquetelaria, quando tratada como negócio, é uma das áreas mais lucrativas do food service atual.


 

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